As empresas familiares são um pilar da economia nacional. Em 2024, representavam entre 70% e 80% das empresas a operar em Portugal, empregavam cerca de metade da população ativa e respondiam por cerca de 65% do PIB, segundo dados de um estudo da consultora KPMG, que serve de referência à Associação de Empresas Familiares. Estão presentes em todos os sectores de atividade — da indústria à agricultura, da construção aos serviços — e muitas cresceram ancoradas numa forte identidade, visão de longo prazo e uma ligação profunda aos territórios onde nasceram. Mas por trás deste potencial económico esconde-se uma fragilidade estrutural: a sucessão.
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