“Qualquer intervenção que atinja a segurança do Irão sob qualquer pretexto enfrentará retaliações”, declarou Ali Shamkhani, outro conselheiro do ayatollah Ali Khamenei, na mesma plataforma de redes sociais. “A segurança do Irão é uma linha vermelha”.

As manifestações começaram no domingo em Teerão, onde os comerciantes fecharam os seus negócios em protesto contra a hiperinflação, a desvalorização da moeda e a estagnação económica e, de seguida, espalhou-se para as universidades e para o resto do país.

Estes protestos, contudo, não são ainda comparáveis ao movimento que abalou o Irão no final de 2022, após a morte de Mahsa Amini, uma jovem iraniana presa por alegadamente usar um véu islâmico de forma incorreta.

“Numa perspetiva islâmica, se não resolvermos o problema do sustento das pessoas, acabaremos no inferno”, defendeu o presidente iraniano, Massoud Pezeshkian.