O ataque deste sábado que os Estados Unidos da América levaram a cabo na capital da Venezuela marca um novo passo na escalada da tensão política global, mas poderá também ter implicações no mapa mundial de poder da energia e da economia sustentada no petróleo. O crude tem a fatia de leão nas exportações da Venezuela, com a China como maior cliente. Com Portugal as relações económicas são hoje residuais.
SubscreverJá é Subscritor?Faça login e continue a lerInserir CódigoComprou o Expresso?Insira o código presente na Revista E para continuar a ler