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Durante anos, circularam rumores de que Eddie Murphy teria deixado a cerimônia do Oscar de 2007 furioso após perder o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante por sua atuação em Dreamgirls. Agora, em entrevista à Entertainment Weekly, o astro esclareceu o que realmente aconteceu.
Murphy, que promovia seu documentário Eu, Eddie (Netflix), explicou que sua saída antecipada não foi motivada por raiva ou amargura, mas sim para evitar os “olhares de pena” de seus colegas após a vitória de Alan Arkin (Pequena Miss Sunshine).
“O que aconteceu foi que eu estava no Oscar, tinha perdido, e as pessoas começaram a vir até mim e a me dar tapinhas no ombro”, disse Murphy. “O Clint Eastwood veio e esfregou meu ombro. E eu pensei: ‘Ah, não, não vou ser esse cara a noite toda. Vamos embora’. Eu não saí furioso. Eu pensei: ‘Não vou ser o cara que busca pena a noite toda’.”
O comediante também revelou que já previa a derrota. Meses antes, ao assistir Pequena Miss Sunshine, ele comentou com o produtor Jeffrey Katzenberg que a performance de Arkin era “daquelas que roubam o Oscar”. Murphy reconheceu que a premiação envolve muitos fatores além da atuação, como campanha e legado, e afirmou que Arkin merecia a estatueta.
No documentário, Murphy ainda brincou sobre a frustração logística de comparecer às premiações: “Sempre que eu perco, eu penso: ‘Esses filhos da p*** me fizeram vir até aqui… Eu podia ter perdido em casa’.”
O documentário Eu, Eddie já está disponível no catálogo da Netflix.
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