Aniversariante do dia, o ator e diretor Mel Gibson integra a lista de proprietários de imóveis de luxo atingidos pelos incêndios florestais que devastaram o bairro de Pacific Palisades, em Los Angeles, em 2025.
A propriedade do cineasta, avaliada em US$ 14,5 milhões, aproximadamente R$ 89 milhões na cotação atual, foi completamente destruída pelo fogo enquanto Gibson participava da gravação de um episódio do podcast de Joe Rogan. O incidente ocorre no período em que o astro atinge a marca dos 70 anos, mantendo um patrimônio estimado em R$ 2 bilhões, mesmo após protagonizar um dos divórcios mais caros da história de Hollywood.
Destruição absoluta
Em entrevista ao programa Elizabeth Vargas Reports, da NewsNation, Gibson relatou que teve ciência do avanço das chamas em seu bairro durante a entrevista gravada, mas a confirmação da perda total só veio ao chegar ao local. Segundo o ator, o cenário encontrado foi de destruição absoluta, restando apenas estruturas básicas como chaminés e telhas.
Além do imóvel, veículos e itens pessoais acumulados ao longo de 15 anos de residência foram consumidos pelo fogo. Gibson destacou a perda de arquivos, fotografias e roupas, mas ressaltou que, apesar do impacto emocional, o mais importante foi a segurança de sua família. Em um tom pragmático, o diretor chegou a ironizar a situação, afirmando que a destruição o livrou de problemas domésticos recorrentes, como falhas no encanamento.
Patrimônio
A manutenção de uma fortuna sólida após perdas imobiliárias e processos judiciais complexos é um traço da trajetória financeira do ator. Em 2011, Gibson finalizou sua separação de Robyn Moore, com quem foi casado por 31 anos. Devido à ausência de um acordo pré-nupcial, a legislação da Califórnia determinou a partilha igualitária dos bens acumulados durante o matrimônio.
Na ocasião, a fortuna de Gibson era estimada em US$ 850 milhões, resultando no pagamento de cerca de US$ 425 milhões à ex-mulher. O acordo incluiu lucros de grandes produções e participações em um vasto portfólio imobiliário, consolidando o caso como um marco financeiro na indústria do entretenimento.
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Carreira
Mel Gibson consolidou sua carreira entre as décadas de 1970 e 1980, tornando-se um dos nomes mais rentáveis do cinema mundial.
O estrelato internacional veio com a trilogia original de Mad Max e foi reafirmado com a franquia de ação Máquina Mortífera. Como diretor, alcançou o ápice do reconhecimento crítico com Coração Valente (1995), que lhe rendeu os Oscars de Melhor Filme e Melhor Diretor.
Gibson também é responsável por sucessos de bilheteria como A Paixão de Cristo (2004) e o aclamado Até o Último Homem (2016), trabalhos que garantiram a manutenção de seu prestígio e patrimônio mesmo diante de crises pessoais e financeiras ao longo das últimas décadas.
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