A residir atualmente em Arouca, Julio Gomez mantém contacto diário com a mãe e os irmãos que permanecem na Venezuela. Poucas horas depois dos ataques dos Estados Unidos, confessou ao JN sentir-se sufocado por não poder falar sobre a situação do seu país há muitos anos. “Partilhamos muito, mesmo à distância”, diz, enquanto critica o regime chavista de Nicolás Maduro, que, na sua ótica, “merece estar preso”.