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Diretor por trás de clássicos como Fogo Contra Fogo e Colateral, Michael Mann parece totalmente rendido ao universo de Avatar criado por James Cameron.
O cineasta descreveu Fogo e Cinzas, terceiro capítulo da franquia, como uma “conquista gigantesca” devido sua força dramática e verossimilhança.
“O terceiro Avatar, Fogo e Cinzas, é uma conquista gigantesca. A originalidade monumental da visualização de Jim Cameron é algo dado. O que torna esse tão potente é sua credibilidade”, escreveu em artigo publicado pela Variety.
“Ao longo da narrativa propulsiva de Jim, vivenciamos Na’vi e humanos como pessoas mais complexas, presas em uma zona de conflito desesperadora em um futuro alienígena. E a autenticidade do que ele construiu faz com que tudo ressoe com ainda mais força visceral”, acrescentou.
Mann também elogiou a ambição criativa e técnica do projeto. “A arte, o intelecto e o trabalho pesado de Jim criam uma biologia alienígena diversa, antropologia, engenharia mecânica, política, visualização e uma narrativa tensa. É extraordinário.”
Para ele, o feito é ainda mais impressionante por ter surgido do zero.
“Jim começou com uma folha em branco. Não consigo pensar em nenhum outro diretor-roteirista que tenha inventado um mundo tridimensional tão vasto de sua própria imaginação”.
“Fogo e Cinzas, por si só, já é uma realização incrível. Ainda há mais dois filmes por vir. Em algum momento no futuro, quando visto historicamente, o conjunto será reconhecido como o verdadeiro magnum opus que ele é”, concluiu.
Vale dizer que a admiração não é recente. Em entrevista concedida ao Letterboxd em 2023, Mann já havia definido Avatar (2009) como “um dos melhores filmes já feitos”.
Sua lista pessoal favoritos também incluía O Encouraçado Potemkin, Relíquia Macabra e 2001: Uma Odisseia no Espaço.
Leia mais sobre Avatar:
Avatar: Fogo e Cinzas está em cartaz ao redor do mundo, e deve alcançar (oficialmente) a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria nos próximos dias.
Fonte: Variety