“Foi pôr a nossa vida em cinco malas e viajar 17 horas”, conta Cláudia Almeida, recordaNDO a mudança para a Nova Zelândia, em agosto de 2018, com o marido e os dois filhos, de 17 e cinco anos, a partir do Canadá, onde já eram emigrantes. “O meu marido, que repara instrumentos, recebeu uma proposta de trabalho e viemos”, explicou ao JN depois de um pequeno-almoço de domingo, quando em Portugal ainda era sábado à hora do jantar. “Ao início foi um bocadinho difícil. Aqui é tudo muito calmo. Levei meio ano a adaptar-me”. Já os miúdos “adaptaram-se muito bem”. “A infância aqui é como a nossa foi em Portugal, brincam na rua, vão à casa dos vizinhos brincar, vão a pé para a escola. Temos muita segurança”, conta. E o ensino “é muito bom”, “ensinam como ser bom cidadão, a respeitar o outro”. Por ser “um país multicultural, as pessoas são muito inclusivas, aceitam-nos”, descreve.
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