O Ministério dos Negócios Estrangeiros confirmou este domingo a morte de Fany Pinheiro Magalhães, portuguesa de 22 anos que tinha sido dado como desaparecida em virtude do incêndio que aconteceu numa estância de esqui no cantão de Valais, na Suíça. O Presidente da República já lamentou a morte da jovem.
O MNE “confirma e lamenta profundamente a morte da cidadã de nacionalidade portuguesa, Fany Pinheiro Magalhães, que estava desaparecida na sequência da tragédia ocorrida em Crans Montana, na Suíça. Quer as autoridades suíças, quer o Estado português já apresentaram condolências à família”, adiantou esta pasta ao Observador.
Fany Magalhães era professora e natural de Santa Maria da Feira. A jovem, que tinha terminado a licenciatura recentemente, vivia com a família em Crans Montana, onde o incêndio ocorreu na noite da passagem de ano. A portuguesa tinha um irmão, com quem Marcelo Rebelo de Sousa falou por telefone.
Numa curta nota publicada no site da Presidência lê-se que o Chefe de Estado falou com o irmão de Fany Magalhães durante a manhã, “a quem apresentou condolências e solidariedade nacional”.
O incêndio fez 40 mortos e 119 feridos e terá tido início em velas de faísca que estavam colocadas em garrafas de champanhe. “Tudo indica que o incêndio teve origem em velas que estavam colocadas em cima de garrafas de champanhe”, explicou, frisando que terão chegado demasiado perto do teto, com o fogo a preparar-se “muito rapidamente”, explicou à época a procuradora-geral do cantão de Valais, Beatrice Pilloud.
Notícia atualizada às 16h08 com nota da Presidência da República