Quando Elisabete Reis aterrou em Doha, no Catar, em 2006, “o país não tinha impacto mundial, a maioria das pessoas nem sabia onde era, perguntavam se não era perigoso”. Chegou com o marido e os dois filhos, Diogo, de cinco anos, e Duarte, de 21 meses, para ficarem um ano. Volvidas duas décadas, esta emigrante natural da zona de Fátima, no distrito de Santarém, carrega na voz o orgulho de ser portuguesa e afasta preconceitos e receios em relação ao povo catari.