“Não foi de ânimo leve que tomámos a decisão de fechar”, confessa ao JN Nuno Rocha, filho de Joaquim da Rocha, que fundou e é sócio da marisqueira, que começou por se chamar Viveiros da Mauritânia, e também tem investido no setor imobiliário. “O negócio não estava mal, e não é uma crise”, garante o empresário, afirmando tratar-se, antes, de “uma questão estratégica”, fruto de “um conjunto de vários fatores”.