O doente do Seixal que na terça-feira morreu após ter esperado três horas por socorro não foi assistido com a urgência necessária porque não havia ambulâncias disponíveis. Ao Expresso, o presidente do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), Luís Cabral, afirma que o meio de socorro foi acionado 15 minutos após a chamada para o 112 ter sido atendida, mas não teve resposta no terreno. Os bombeiros do Seixal tinham todas as ambulâncias retidas no Hospital de Almada e as restantes corporações na área também.

SubscreverJá é Subscritor?Faça login e continue a lerInserir CódigoComprou o Expresso?Insira o código presente na Revista E para continuar a ler