O suspeito, revelou a PJ, esta terça-feira, é familiar afastado da vítima e tem antecedentes criminais pelo mesmo ilícito, tendo iniciado, em julho de 2025, “um processo de aliciamento através das redes sociais, enviando-lhe mensagens elogiosas para ganhar a sua confiança”.

Posteriormente, solicitou-lhe fotografias de nudez, a que a menor acedeu, “o que fez com que passasse a exercer ameaças de divulgação para, assim, obter mais fotos íntimas de natureza sexual”.

“Em julho de 2025, e após muita insistência”, sublinhou a Judiciária, “convenceu-a a encontrar-se com ele” e conduziu-a para uma construção abandonada onde cometeu os abusos sexuais.

A PJ referiu, ainda, que “o agressor aproveitou-se do ascendente e domínio que obteve, de forma engenhosa, sobre a menor e, por outro, da inexperiência e vulnerabilidade, em razão da sua idade, para criar as condições que levaram à prática dos abusos sexuais”.

O detido deverá ser ouvido esta terça-feira, em primeiro interrogatório judicial, para aplicação de medidas de coação.