Desde 2010, Slash e Myles Kennedy mantêm uma parceria. O guitarrista do Guns N’ Roses e o vocalista do Alter Bridge uniram forças em um projeto conjunto, conhecido como Slash ft. Myles Kennedy and The Conspirators, com o qual já lançaram quatro álbuns de estúdio — o quinto, inclusive, já está engatilhado.
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Apesar das vasta quantidade de músicas autorais, os shows do grupo também costumam incluir canções do GN’R – às vezes até com o baixista Todd Kerns nos vocais. “Sweet Child O’ Mine”, “Paradise City” e “Rocket Queen”, por exemplo, já apareceram nos repertórios.
Dentre as músicas da banda, uma em específico é a mais complicada para Myles. Durante recente entrevista à MusicRadar, o vocalista elogiou a voz de Axl Rose e confessou que cantar “My Michelle”, do disco de estreia “Appetite for Destruction” (1987), é sempre um desafio:
“Axl tem aquela distorção na voz e uma extensão incrível. Eu diria que a mais difícil de cantar para mim provavelmente é ‘My Michelle’, justamente por ser tão intensa. Mas, cara, eu amo essa música. Muitas vezes, as canções que eu mais amo são as mais difíceis de executar. Essa, com certeza, é um desafio.”
De acordo com o Setlist.fm, o Slash ft. Myles Kennedy and The Conspirators executou “My Michelle” pela última vez em 2015. Questionado sobre sentir falta de incluir mais canções do Guns N’ Roses nos setlists atuais, o cantor respondeu à Metal Hammer em 2021:
“Não sei se sinto falta, mas certamente gosto de cantar essas músicas [do Guns N’ Roses] porque são algumas das minhas canções favoritas de todos os tempos. Como cantor, você sempre quer apresentar coisas bem compostas, então, sem dúvida, são músicas incríveis. Como compositor, adoro poder tocar nossas próprias canções e, considerando que já estamos fazendo isso há uma década, construímos um catálogo grande o suficiente para ter muitas opções.”
Sobre Myles Kennedy
Nascido em Boston, Myles Richard Bass construiu reputação participando de grupos como Cosmic Dust, Citizen Swing e The Mayfield Four, com sonoridades bem distintas entre si.
Em 2001, fez uma ponta no filme “Rock Star” como o fã que subiu ao palco com o Steel Dragon após Izzy Cole dar no pé durante um show. Nos bastidores, conheceu o baterista Jason Bonham, o que renderia um futuro convite para ensaiar e compor com os músicos do Led Zeppelin.
Dois anos mais tarde, se juntaria aos instrumentistas do Creed no Alter Bridge, banda que já lançou sete discos de estúdio e se consagrou como um dos principais nomes no hard rock de sua geração.
Também possui três álbuns solo: “Year of the Tiger” (2018), “The Ides of March” (2021) e “The Art of Letting Go” (2024).
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