O Novo Banco ainda tem nas suas contas cerca de €1000 milhões (dos €1,3 mil milhões que bloqueou a empresas públicas da Venezuela em 2019) que já estiveram estacionados na CGD por ordem judicial (um depósito temporário de consignação), e em 2023 o tribunal deu ordem para o montante voltar ao Novo Banco. E lá continua, apurou o Expresso.
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