Graças ao meu amigo Arnaldo (nome fictício e apelido omitido por razões de segurança) e aos seus extraordinários talentos informáticos, foi-me possível, por intermédio do acesso que obteve às comunicações classificadas do embaixador dos Estados Unidos em Lisboa, assistir à reunião secreta ocorrida em Mar-a-Lago anteontem — em directo e a partir de Lisboa, tal como o próprio embaixador assistiu. É dessa reunião, histórica do ponto de vista português, que aqui dou conta, num resumo do essencial.
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