Gronelândia, Colômbia, Cuba e Irão. Donald Trump, Presidente dos EUA, está a lançar os dados para escolher qual será o seu próximo alvo e os investidores aproveitam o compasso de espera, após a intervenção na Venezuela, para apostarem em força no setor da defesa. Depois de um 2025 de ganhos avultados, que só se compararam com os registados na banca, as cotadas ligadas ao ramo militar preparam-se para mais um ano nos píncaros – e, na Europa, caminham para atingir pela primeira vez na história a marca do bilião em capitalização bolsista