A Prefeitura de Bagé, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e Atenção à Pessoa com Deficiência, está intensificando as ações de monitoramento e controle do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, o Aedes aegypti.

Dessa forma, na próxima segunda-feira, dia 12, começará um novo Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa). O LIRAa é um procedimento realizado pelo serviço de Vigilância em Saúde pública no Brasil e tem como objetivo mapear a infestação do mosquito, identificando as áreas de risco.

A coordenadora de Vigilância em Saúde, Luciane Lucas, explica que o levantamento é realizado conforme cronograma definido pelo Ministério da Saúde, sendo realizado em média quatro por ano. “Agora começa o período com meses mais críticos em proliferação do mosquito e esse programa nos fornece, por meio de amostragem, os quarteiros a serem visitados para coleta de amostras para verificar a presença ou não do mosquito Aedes aegypti”, detalha.

Luciane Lucas detalha que na segunda quinzena de dezembro de 2025 foram identificados pontos estratégicos com focos do mosquito em quarteirões da rua General Osório (Centro), avenida Santa Tecla (bairro Industrial); rua Angélica Jardim (bairro Castro Alves); rua Dr. Pena (bairro Floresta); rua dos Trilhos (bairro Pedra Branca); rua Manoel Quintanilha (bairro Popular) e Angélica Jardim (Bairro Goulart).

Com a ação que começará na próxima segunda-feira, a estimativa é visitar 1700 casas em diversos bairros da cidade. “Depois de terminar o LIRAa, nos bairros em que forem encontrados focos, faremos um trabalho de orientação aos proprietários dos imóveis, bem como encerraremos com esses criadouros. Por isso, reiteramos à população que redobre a atenção em relação ao mosquito, mantendo seus pátios em condições que não ocorra o surgimento de criadouros”, enfatiza a coordenadora de Vigilância em Saúde de Bagé.

O secretário de Saúde e Atenção à Pessoa com Deficiência, Gilson Machado, ressalta a importância da parceria com a comunidade em ações de monitoramento e controle do mosquito Aedes aegypti. “É essencial que os munícipes recebam os agentes de endemia em suas residências para receber orientações e também para a erradicação de possíveis criadouros do mosquito, quando existentes”, salienta o gestor.