Nuno Markl continua internado na sequência dos AVCs que sofreu no passado mês de novembro. Atento ao que se tem passado em Portugal e no mundo, o humorista mostrou-se revoltado com as recentes notícias.

Primeiro, comentou o polémico caso da morte a tiro de Renee Nicole Good, nos Estados Unidos da América, por um agente do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega).

“37 anos, poetisa, mãe de uma criança de seis anos que ficou órfã (o pai, veterano de guerra, morrera em 2023); porta luvas do carro onde foi executada cheio de peluches do filho; a seu lado a sua actual parceira de vida, no banco de trás o cão. Para Donald Trump, uma perigosa terrorista de extrema-esquerda que os heróis do ICE abateram em legítima defesa. Não foi – o vídeo mostra bem. E é por isso que digo que admirar Trump há muito que não é política, é traço de carácter. Se depois de tudo o que se vê nos ficheiros Epstein, de toda a depravação moral daquele homem, se depois deste homicídio ainda o admirarem, não podemos mesmo ser amigos. Isto não é esquerda nem direita – tenho a sorte de conhecer muita gente decente de direita que abomina ‘políticos’ da estirpe de Trump. Admirar Trump e criaturas similares é ser tão monstruoso e mau ser humano como ele. Não irei aos comentários entrar em guerras sobre isto; não tenho saúde para isso e está tudo dito neste post”, escreveu Nuno Markl.

Horas depois, o radialista falou sobre a notícia da morte ocorrida na Quinta do Conde, em Sesimbra, enquanto a vítima esperava por uma ambulância – que demorou mais de 40 minutos a chegar.

“Eu não me posso enervar, mas a atualidade – lá fora ou cá dentro – não ajuda”, lamentou o humorista.

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