Vacinas registradas oferecem proteção mais consistente aos rebanhos Foto cedida: Zoetis
As vacinas evoluíram significativamente e passaram a incorporar tecnologias avançadas, como plataformas de DNA, RNA e vacinas vetorizadas.
O desenvolvimento de uma vacina registrada pode levar de sete a dez anos e envolve estudos de eficácia, segurança, estabilidade e desempenho a campo, além de auditorias conduzidas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). Esse processo assegura rastreabilidade, padronização e controle de qualidade contínuo.
“Vacinas registradas reúnem anos de pesquisa e validações científicas. Sempre que houver uma formulação aprovada disponível, essa deve ser a escolha prioritária do produtor”, disse Kairon Franz, gerente de Produto de Suínos da Zoetis Brasil.
As vacinas autógenas têm uso restrito a situações específicas, especialmente quando não há vacina registrada disponível. São sempre inativadas, apresentam menor nível tecnológico e não contam com comprovação robusta de proteção, além de dependerem fortemente do adjuvante para gerar resposta imune.
Diante desse cenário, a recomendação técnica é clara: quando houver uma vacina registrada disponível, ela deve ser priorizada. “Esses produtos representam um conjunto consolidado de evidências científicas que sustentam seu uso seguro e eficiente no campo”, disse Sergio Aoki, cientista da Zoetis Brasil e pesquisador do VMRD.
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