O tempo em que havia um candidato a Presidente apelidado de “cata-vento” já lá vai. Era Passos Coelho primeiro-ministro, em 2014, quando assinou uma moção ao congresso do PSD com aquilo que entendia que devia – e não devia – ser o perfil do próximo Presidente da República. Na sua opinião, o candidato que o PSD se preparava para apoiar não devia ser um “cata-vento de opiniões erráticas”. Na altura, a deixa foi entendida como sendo dirigida a Marcelo Rebelo de Sousa, que acabaria mesmo por ser o candidato do PSD, ainda que fugisse do apoio, e por ser eleito. Agora, é Luís Marques Mendes quem regressa àquele adjetivo popularizado na gíria política, mas para se referir a um adversário que, até há duas semanas, não imaginava que se tornaria o seu adversário principal: João Cotrim Figueiredo.
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