Se no Norte há dúvidas sobre quem ganha a CCDR, no resto do país há “vencedores antecipados”. Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve só têm um candidato, que resulta de um acordo entre PSD e PS, os dois partidos com maior representação autárquicas. Entendimento que se baseia na matemática: em cada região escolhe o presidente o partido que tiver mais câmaras. Por isso, o PSD “ficou” com o Norte e Centro, enquanto o PS indicou os presidentes de Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve. Um “2-3” que pode sofrer alteração face à disputa no Norte, no caso de António Cunha (PS) vencer Álvaro Santos (PSD). E se assim for, manter-se-á o atual quadro presidencial partidário das CCDR: o PSD apenas fica com o Centro, no caso Ribau Esteves, que substituirá Isabel Damasceno.