Os álbuns conceituais sempre foram parte fundamental do DNA do rock progressivo, mas foi no metal progressivo que o formato ganhou contornos ainda mais ambiciosos, sombrios e cinematográficos. Histórias longas, personagens recorrentes, temas psicológicos, políticos e existenciais – tudo isso virou matéria-prima para discos que pedem audição atenta, do começo ao fim. Agora, a Loudwire resolveu organizar essa herança em forma de ranking.

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Na lista “Os 11 melhores álbuns conceituais de metal progressivo de todos os tempos”, publicada pelo jornalista Jordan Blum, a revista destaca obras que não apenas conectam músicas por temas, mas constroem universos completos. A curadoria limitou um álbum por artista, o que deixou de fora alguns títulos óbvios, mas reforçou a diversidade do gênero ao longo das décadas.

No topo do ranking está Metropolis Pt. 2: Scenes From a Memory, do Dream Theater. Para a Loudwire, o disco representa a perfeição do prog metal moderno, unindo virtuosismo técnico e narrativa envolvente sobre vidas passadas, assassinato e redenção. Faixas como “The Spirit Carries On”, “Home” e “The Dance of Eternity” são citadas como exemplos de composição e execução em estado máximo.

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Logo atrás aparece The Parallax II: Future Sequence, do Between the Buried and Me. O álbum aprofunda uma saga de ficção científica iniciada em um EP anterior, combinando death metal técnico, passagens atmosféricas e uma estrutura quase sinfônica. A Loudwire destaca o equilíbrio entre brutalidade e momentos contemplativos como um dos grandes trunfos do disco.

O terceiro lugar fica com Operation: Mindcrime, clássico absoluto do Queensryche. A obra é descrita como um marco por unir crítica política, narrativa cinematográfica e refrães memoráveis, influenciando praticamente todo o prog metal que viria depois. Canções como “Revolution Calling” e “Eyes of a Stranger” seguem sendo referência quase quatro décadas depois.

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Entre os destaques do ranking também estão Still Life, do Opeth, com sua tragédia sombria sobre religião e vingança; The Human Equation, projeto de Arjen Lucassen que transforma emoções humanas em personagens; e Crack the Skye, que mistura luto pessoal, viagem astral e história russa em uma das obras mais elogiadas da banda.

A lista ainda inclui títulos como Second Life Syndrome, The Perfect Element – Part I, Seventh Son of a Seventh Son, A Pleasant Shade of Gray e Light of Day, Day of Darkness – este último composto por uma única faixa de cerca de 60 minutos.

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Ao final, a Loudwire reforça que o metal progressivo talvez tenha menos opções do que o prog rock clássico, mas compensa em intensidade, ambição e profundidade emocional. Para quem gosta de discos que funcionam como livros ou filmes em forma de música, essa lista serve como um ótimo mapa para revisitar clássicos – ou descobrir novas obsessões.

Melhores álbuns conceituais de metal progressivo

Dream Theater – Metropolis Pt. 2: Scenes From a Memory (1999)
Between the Buried and Me – The Parallax II: Future Sequence (2012)
Queensryche – Operation: Mindcrime (1988)
Opeth – Still Life (1999)
Ayreon – The Human Equation (2004)
Riverside – Second Life Syndrome (2005)
Mastodon – Crack the Skye (2009)
Pain of Salvation – The Perfect Element – Part I (2000)
Iron Maiden – Seventh Son of a Seventh Son (1988)
Fates Warning – A Pleasant Shade of Gray (1997)
Green Carnation – Light of Day, Day of Darkness (2001)

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