Estudos mostram que, durante o exercício, os músculos liberam substâncias químicas chamadas miocinas, que ajudam a reduzir a inflamação associada aos sintomas depressivos. Uma miocina específica, o fator neurotrófico derivado do cérebro, estimula o crescimento de novas células cerebrais, o que poderia auxiliar o cérebro a se reorganizar e romper padrões de pensamento negativos. Em linha com essa hipótese, Clegg e seus colegas observaram que treinos de resistência, que promovem maior liberação de miocinas, foram mais eficazes que exercícios aeróbicos isolados.