“Nele reconhecemos o cumprimento dos requisitos de independência, de frontalidade, de vontade reformista, de experiência profissional e de serviço à Pátria que devem nortear o Presidente da República Portuguesa”, lê-se no comunicado no manifesto assinado pela centena de personalidades que exerceram cargos públicos.

À cabeça da lista está o social-democrata Adão Silva, ex-líder parlamentar do PSD e vice-presidente da Assembleia da República; Alberto João Jardim, que esteve 37 anos à frente do Governo da Madeira; Ângelo Correia, ministro da Administração Interna do Executivo de Francisco Pinto Balsemão; Miguel Cadilhe, ministro das Finanças de Cavaco Silva; ou Sebastião Feyo de Azevedo, presidente da Assembleia Municipal do Porto no último mandato de Rui Moreira.

Os cem apoiantes realçam que Gouveia e Melo tem o conhecimento e a experiência necessária para ocupar o cargo em Belém. “Precisamos de um presidente da República que, pelo seu conhecimento e pela sua experiência profissional, tenha o perfil adequado ao momento que vivemos; que seja profundo conhecedor da geopolítica mundial, europeísta convicto e um democrata capaz de ajudar a impulsionar as reformas de que o regime e a sociedade tanto necessitam”, admitem.

Com este apoio, e depois de nomearam que o país e o mundo “atravessam um momento histórico delicado”, os subscritores dizem estar honrar uma das prioridades deixadas pelo fundador do PSD, Francisco Sá Carneiro: “Primeiro o país, depois o partido e, por fim, a circunstância pessoal de cada um de nós”.