10 de abril de 1938, um mês depois de a Alemanha ter anexado a Áustria, decorreram referendos nos dois países para ratificar a união – e, implicitamente, dar ou não um sinal de apoio aos planos de poder e expansão de Hitler. Ontem, como hoje, e à semelhança do que tem acontecido em várias regiões ucranianas desde 2014, os referendos acabaram por resultar em votações favoráveis na ordem dos 90% à potência ocupante fruto da pressão, controlo e ameaça sobre as populações.