Amigos e familiares prestaram homenagens ao autor, produtor e diretor Manoel Carlos. A despedida aconteceu no Rio de Janeiro, em uma cerimônia reservada.
O adeus ao autor de novelas Manoel Carlos marcou a memória da dramaturgia brasileira. Também foi destacada a despedida da influenciadora Isabel Veloso.
Maneco morreu neste sábado (10), aos 92 anos. Ele estava internado em um hospital particular e tratava a doença de Parkinson. Paulistano de nascimento e carioca de coração, foi um dos grandes nomes da dramaturgia brasileira.
Na Record, marcou época nas décadas de 50 e 60. Em nota de pesar, a emissora destacou sua marca em produções que se tornaram patrimônio na história da televisão brasileira, como o humorístico Família Trapo.
Na trama, Golias e Jô Soares tinham falas icônicas, como: “Por que você não muda a sua posição? Mudo! É só encontrar um outro goleiro que feche o gol que nem eu”.
Maneco também esteve à frente de programas de variedades e dos festivais da MPB. Durante o festival de 1967, disse: “Vocês talvez não saibam. Você e a Cidinha, mas o Reale acaba de dar já o primeiro prêmio de melhor intérprete, que foi Elis Regina.” Elis Regina, por sua vez, afirmou: “Só sei cantar. Eu canto a dor. Canto a vida e a morte, canto o amor.”
No Paraná, foi cremado neste domingo (11) o corpo da influenciadora Isabel Veloso, que morreu aos 19 anos por complicações de um transplante de medula óssea. Isabel lutava contra um linfoma de Hodgkin desde os 15 anos.
Com idas e vindas no tratamento, ela chegou a interromper as terapias ao descobrir que a doença era incurável. Quando estava grávida de cinco meses, decidiu retomar a luta após a evolução do câncer. Isabel deu à luz ao filho, hoje com um ano.
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