O índice de referência mundial que é o norte-americano S&P 500 conseguiu valorizar 17,4%, em 2025. Entre as bolsas que conseguiram superar este valor estiveram: Espanha, Portugal, Alemanha, Reino Unido, China, Japão, Coreia do Sul, Canadá, México, Brasil, e Israel.

As bolsas europeias estiveram em grande destaque em 2025. Entre os principais índices europeus verifica-se que Espanha e Portugal lideraram os ganhos conseguindo superar o desempenho dos seus congêneres norte-americanos. No mesmo caminho estive ainda a Alemanha e Israel. Na Ásia destaque para o Japão enquanto que nas Américas evidenciaram-se o Canadá, o México e o Brasil. Os dados dizem respeito ao período compreendido entre 1 de janeiro e 31 de dezembro.

Começando nos mercados europeus as maiores subidas deste ano foram para o IBEX 35 (Espanha) que valorizou 49,3%. Portugal esteve também em plano de evidência com um crescimento de 29,5%. Já o índice bolsista alemão (DAX) avançou 23% desde o início do ano e o FTSE 100 (Reino Unido) avançou 21,5%.

Na Ásia, o índice de Shangai (China) subiu 18,4%, o Nikkei (Japão) avançou 26%, e o KOSPI (Coreia do Sul) valorizou 76%.

Nas Américas, o índice do Canadá (S&P/TSX) valorizou 28,2%, o do México (S&P/BMV) avançou 42,6%, e o índice brasileiro (Bovespa) cresceu 34% desde o início do ano.

O índice de Israel (TA 35) valorizou 52,1%.

Todos estes índices acabaram por superar os desempenho do índice de referência mundial que é o norte-americano S&P 500, que reúne as 500 maiores empresas, que desde o início do ano valorizou 16,4%. Ainda nos Estados Unidos o tecnológico Nasdaq superou também o S&P 500 com um crescimento de 20,5%, enquanto que o Dow Jones registou uma subida de 13%.

Voltando às bolsas europeias registou-se ainda um crescimento de 14,1% do SMI (Suíça), o crescimento de 10% do CAC 40 (França), a valorização do AEX (Países Baixos) de 7,2%, e a subida de 3,6% do FTSE MIB (Itália). Ainda no meio de um conflito o índice russo (MOEX) caiu 5,2%, e o ucraniano (PFTS) desvalorizou 4,2% desde o início do ano indo em sentido contrário ao verde dos principais índices bolsistas europeus.

Nos índices nórdicos o da Suécia (OMXS30) valorizou 15,4%, e o da Dinamarca (OMXC25) subiu 1,2%.

Na Ásia, o Nifty 50 (Índia) subiu 10,5% desde o início do ano, e o índice bolsista de Hong Kong (HSI) valorizou 12,5%.

Na Oceânia o S&P/ASX 200 (Austrália) valorizou 6,2% e o S&P/NZX 50 (Nova Zelândia) subiu 3,5%.