Em meio a listas de fim de ano dominadas por lançamentos óbvios ou artistas já consagrados no mainstream, o jornalista André Barcinski costuma puxar o foco para nomes que fogem do radar mais preguiçoso da crítica musical. Um desses casos apareceu quando ele voltou a destacar, mais uma vez, um disco do The Budos Band entre os álbuns que simplesmente “não saem do ouvido” em 2025.

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Formada em Nova York, mais especificamente em Staten Island, a Budos Band construiu sua identidade misturando afrobeat, funk instrumental, jazz de big band e um peso que remete diretamente ao heavy metal setentista. Para Barcinski, a definição é direta e irresistível: “É como se o Fela Kuti resolvesse tocar covers do Black Sabbath”. A frase, dita em vídeo, resume com precisão a estranheza e o fascínio que a banda exerce.

O jornalista destaca que a sonoridade do grupo sempre teve essa dualidade. “Tem percussão africana, tem sopros, tem aquela coisa de big band, mas ao mesmo tempo é um som pesado, quase stoner”, explicou. Segundo ele, essa combinação faz com que o Budos Band dialogue tanto com fãs de música negra quanto com ouvintes de rock pesado, algo raro e difícil de executar sem soar artificial.

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O álbum mais recente da banda, o sétimo da carreira, foi apontado por Barcinski como um passo ainda mais decidido em direção ao peso. “Esse disco é mais heavy metal do que os anteriores, mais sombrio, mais místico”, afirmou. Mesmo sendo instrumental, o trabalho cria climas densos, quase cinematográficos, que prendem o ouvinte do começo ao fim.

Outro ponto levantado pelo jornalista é o alcance inesperado do grupo entre músicos de metal extremo. Barcinski contou que começou a ouvir o Budos Band após uma entrevista com Dave Lombardo, do Slayer. “Eu vi o Lombardo dizendo que era uma das bandas preferidas dele. Fui ouvir por curiosidade e nunca mais parei”, revelou. Desde então, o grupo passou a figurar constantemente em suas recomendações.

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Para Barcinski, o segredo da Budos Band está justamente em não tentar se encaixar em rótulos fáceis. “Não é uma banda de metal, não é uma banda de jazz, não é afrobeat tradicional. É tudo isso junto, com uma identidade muito própria”, disse. Essa recusa em simplificar a música é, segundo ele, o que faz o som permanecer fresco mesmo após repetidas audições.

Ao falar sobre a experiência de escutar o álbum, o jornalista foi enfático: “É daqueles discos que você coloca pra tocar e, quando acaba, dá vontade de ouvir de novo”. Em listas pessoais ou recomendações espontâneas, a Budos Band aparece menos como novidade e mais como vício recorrente – um daqueles casos em que a mistura improvável funciona melhor do que qualquer fórmula previsível.

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