Segundo a versão relatada pela filha da dona da clínica, o conflito teve origem em alegadas difamações nas redes sociais e numa sequência de ameaças dirigidas à proprietária da clínica, que já se tinham repetido por diversas vezes.
Cerca das 20 horas, um homem deslocou-se à clínica, onde terá ameaçado e empurrado a proprietária e depois afirmado que iria buscar uma arma de calibre .38 para “furar os joelhos” à vítima. Pouco depois, a filha da proprietária dirigiu-se ao local com o objectivo de tentar resolver a situação.
Já no interior da clínica, o filho do agressor terá destruído a câmara de videovigilância e cuspido na cara da proprietária. Ter-se-á seguido uma agressão física às duas mulheres, alegadamente perpetrada por pai e filho.


O estabelecimento ficou com danos consideráveis, incluindo a porta e a montra partidas, a câmara de vigilância destruída e vários equipamentos e peças de mobiliário inutilizados.
As vítimas sofreram ferimentos significativos: uma delas apresentava um ferimento na cabeça, hematomas extensos no rosto e queixas de dores intensas na zona das costelas, tendo sido submetida a exames para despiste de fraturas e lesões internas.
Ambas foram transportadas para o Hospital de São João, no Porto, onde deram entrada já depois da meia-noite.
Ao local acorreram elementos da PSP, os Bombeiros de Moreira da Maia e o INEM. O caso está a ser investigado pelas autoridades.
