As eleições presidenciais do próximo dia 18 de janeiro aproximam-se ‘a passos largos’: Mas já sabe a que lugar se deverá deslocar para exercer o seu direito de voto?
Em gov.pt, o Portal de serviços públicos da República Portuguesa, é explicado que, “em Portugal, pode votar presencialmente no dia das eleições ou em voto antecipado”, sendo que, “em alguns casos, é possível votar por correspondência”. Não é, contudo, possível “votar por email, online ou eletronicamente”.
Já a informação sobre o local de voto “fica disponível 15 dias antes das eleições” e fora desse período, apenas pode consultar em que freguesia está recenseado.
Mas como posso saber onde vou votar?
Há quatro formas de ficar a par do local onde vota (nestas próximas eleições para escolher o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa): na internet, por SMS, presencialmente ou por telefone.
Se optar por obter a informação através da internet, o gov.pt salienta que o poderá fazer através do Portal do Recenseamento Eleitoral:
- “Com o seu Número de Identificação Civil – introduza o seu Número de Identificação Civil (Cartão de Cidadão ou Bilhete de Identidade) e a sua data de nascimento no formato AAAAMMDD (Ano / Mês / Dia);
- Com o seu nome – introduza o seu nome completo e a sua data de nascimento no formato AAAAMMDD.”
Se, por outro lado, lhe parece mais prático aceder à informação através do seu telemóvel, deverá escrever uma SMS com: RE, espaço, n.º de Identificação Civil, espaço, data de nascimento no formato AAAAMMDD (exemplo: RE 12345678 19740425).
Depois, deverá enviar para o número 3838. Receberá uma mensagem com o local ao qual se deve dirigir para exercer o seu direito. Este serviço, sublinhe-se, é gratuito.
Pode também optar por se dirigir presencialmente à junta de freguesia ou câmara municipal e pedir esta informação, assim como poderá telefonar para o número 808 206 206 (Linha de Apoio ao Eleitor), das 9h00 às 17h30. Terá o custo de uma chamada local.
Recorde-se que na corrida a Belém estão António José Seguro, Henrique Gouveia e Melo, Luís Marques Mendes, João Cotrim de Figueiredo, Catarina Martins, António Filipe, André Ventura, Jorge Pinto, Humberto Correia, André Pestana e Manuel João Vieira.
Caso nenhum dos candidatos tenha maioria absoluta, haverá uma segunda volta a 8 de fevereiro, à qual concorrerão apenas os dois mais votados.
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