Há cinco anos, quando discursou em frente ao Castelo de Guimarães pela primeira vez como candidato presidencial sem hipóteses de ganhar, André Ventura falou em “reconquista” e na “Providência” que “permitiu transformar este movimento numa oportunidade de transformar Portugal”. Esta terça-feira, no mesmo local, mas partindo como um dos favoritos para chegar à 2.ªa volta, o tom foi menos dramático, mas não menos patriótico: voltou a falar na “matriz cristã” do país, condenou a “imigração descontrolada” que deixou o país “dilacerado” e destruído” e terminou defendendo uma liderança “com radicalismo de convicções”.
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