Tiago Oliveira referiu que está em causa “um ataque” ao mundo do trabalho e prometeu dar “continuidade à luta” caso o executivo liderado por Luís Montenegro não recue e retire a proposta da discussão.

Tiago Oliveira, CGTP

CGTP-IN union secretary-general, Tiago Oilveira, speeches during the demonstration of thousands of workers convened by the General Confederation of Portuguese Workers – National Inter-Union (CGTP-IN) to protest against changes to labor law in Lisbon, Portugal, November 8, 2025. The government’s draft proposal for revising labor legislation, which is being debated with social partners, foresees the revision of “more than a hundred” articles of the Labor Code. ANTONIO COTRIM/LUSA

13 Janeiro 2026, 18h08

Uma delegação da comissão executiva da CGTP entregou hoje na residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento, um abaixo-assinado com mais de 190 mil assinaturas para “derrotar este pacote laboral”.

“O Governo já teve todas as hipóteses de abrir os olhos”, afirmou o secretário-geral da CGTP, em declarações aos jornalistas em Lisboa, após a manifestação de hoje em frente à Assembleia da República e minutos antes de uma delegação da central sindical se deslocar a São Bento para entregar um abaixo-assinado com “mais de 190 mil assinaturas” para “derrotar” o pacote laboral.

Tiago Oliveira referiu que está em causa “um ataque” ao mundo do trabalho e prometeu dar “continuidade à luta” caso o executivo liderado por Luís Montenegro não recue e retire a proposta da discussão.