Casa Branca / EPA

Donald Trump assiste ao ataque dos EUA à Venezuela

Eis o “Pentagon Pizza Index”, o indicador mais improvável da história da geopolítica. Na Venezuela, parece que voltou a acertar.

Madrugada de 3 de Janeiro de 2026: várias pizzarias perto do Pentágono registaram picos invulgares de encomendas.

Segundo o “Pentagon Pizza Index”, a Pizatto Pizza teve um movimento intenso de encomendas, de pedidos, quando estava quase a fechar.

Os bares daquela zona estavam mais vazios do que o normal, àquela hora; mas mais pizzas estavam a chegar ao Pentágono.

Naquela madrugada, os EUA atacaram a Venezuela.

13 de Junho de 2025: quase todas as pizzarias próximas do Pentágono registaram um enorme aumento de atividade. Bar mais vazio.

Naquela madrugada, Israel atacou o Irão. Os EUA sabiam.

Lá atrás, lembra a SIC Notícias, houve momentos semelhantes na invasão de Granada, na intervenção no Panamá em 1989, ou na Guerra do Golfo.

Eis o “Pentagon Pizza Index”, o indicador mais improvável da história da geopolítica, como resume o The Next Big Idea.

E o leitor já terá percebido que teoria é esta, que carece de evidência científica: o aumento do número de pizzas encomendadas perto do Pentágono pode indicar que está quase a começar uma guerra. Ou que, no mínimo, os EUA vão avançar com uma operação militar, alguma intervenção.

Porque, em momentos de especial tensão e preparação nos bastidores, civis e militares trabalham até mais tarde no Pentágono. E pedem-se mais pizzas para quem tem fome.

Alguns fundos de investimento, continua o The Next Big Idea, já seguem o número de encomendas de pizzas junto do Pentágono – para perceber se há tensões geopolíticas à vista.


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