A saúde é sempre um dos pontos que mais preocupam. Existem vários cuidados a ter para evitar problemas mais tarde, mas por vezes acaba sempre por ficar doente por mais atenção que tiver. Quais são as doenças infeciosas a que deve estar atento ao longo dos próximos meses?

O website Today falou com o médico Michael Moody para perceber com que se deve preocupar este ano. São doenças comuns, outras nem tanto, mas todas exigem algum cuidado de forma a evitar problemas mais graves.

As doenças com que se deve preocupar em 2026

Da doença X à gripe, conheça alguns dos problemas que devem marcar a saúde este ano.

Gripe

Uma nova variante mais agressiva tem levado vários países a lançar alertas. Com sintomas mais graves, acaba por ser um dos problemas que deverá continuar a estar atento ao longo de todo ano. “O ano passado foi, na verdade, um ano de gripe bastante significativo Acho que inicialmente esperávamos que este ano fosse mais tranquilo, mas, na verdade, acho que será bem parecido com o ano passado”, conta Michael Moody.

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Sarampo

Tem ocorrido surtos em alguns estados dos Estados Unidos, daí que aparece como uma das doenças que vão marca o ano. Um dos conselhos passa pela vacinação. “Esta é uma vacina que vem sendo estudada há décadas e décadas, e é um verdadeiro presente para a humanidade. Evitou milhões e milhões de mortes ao longo de décadas.”

Poliomielite

“A poliomielite é uma infeção causada pelo vírus da poliomielite, muito contagiosa e, por vezes, mortal”, começa por dizer o website da rede de saúde CUF. Há um alerta nos Estados Unidos devido à menor vacinação. Michael Moody revela que é algo preocupante uma vez que “é facilmente transmissível”.

Gripe das aves

Começou por ser bastante falada há uns anos e voltou a ser bastante noticiada. “É preocupante que esses vírus não estejam a afetar apenas aves, mas também vacas e outras espécies. Esta ampla gama de espécies é uma característica de um patógeno perigoso que pode surgir”, continua o especialista.

Doença X

A doença X não se trata de um novo vírus em circulação, mas sim de um novo provisório para uma hipotética doença que possa surgir. Acaba por ser mais um alerta para o futuro do que algo que esteja neste momento a preocupar autoridades de saúde em todo o mundo.

“Chama-se doença X precisamente porque ainda não existe. Uma doença que não existe não pode motivar qualquer tipo de alarme”, esclarecu Hélder Pinheiro, médico infeciologista e docente na NOVA Medical School, em entrevista ao Lifestyle ao Minuto no início de 2024.

“Esta estratégia da OMS, que é uma estratégia valiosa, permite que a comunidade científica e médica se prepare de alguma forma para potenciais epidemias em larga escala e potenciais pandemias”, continuou.

“Não sabemos se vai ser um vírus, se vai ser uma bactéria, de que tipo de microrganismo é que estamos a falar. Isso prende-se muito com o risco de uma pandemia ter evoluído ao longo dos anos.”

Vírus Epstein-Barr pode causar esclerose múltipla, revela estudo

O vírus Epstein-Barr, comum e causador da mononucleose, desencadeia uma reação do sistema imunitário que pode danificar o cérebro e contribuir para o desenvolvimento de esclerose múltipla (EM), segundo uma nova investigação pelo Instituto Karolinska, na Suécia.

Lusa | 07:16 – 14/01/2026