A investigação focou-se também na redução do tempo sedentário. Diminuir o tempo de sedentarismo em 30 minutos por dia foi associado a uma redução estimada de 7% nas mortes para a maioria dos adultos (com 10 horas de sedentarismo diário) e de cerca de 3% para os mais sedentários (12 horas/dia). Uma redução de uma hora no tempo sedentário foi associada a uma quebra de 13% na mortalidade entre a maioria dos adultos e de 6% entre os menos ativos.

A “fórmula” para ganhar um ano de vida O segundo estudo, publicado na eClinicalMedicine, investigou o impacto combinado de melhorias mínimas no sono, atividade física e alimentação. Segundo um comunicado do grupo Lancet, fazer “alguns ajustes combinados nestes comportamentos pode ter um impacto significativo na esperança de vida” para pessoas com os piores hábitos.

Teoricamente, para indivíduos com os piores hábitos — definidos como 5,5 horas de sono/dia, 7,3 minutos de atividade física/dia e uma pontuação de qualidade da dieta de 36,9/100 — bastariam as seguintes alterações diárias para ganhar um ano extra de vida: