Cerca de sete meses depois de concluir um despedimento coletivo de 304 pessoas, finalizado em julho de 2025, a Yazaki Saltano avança com novo corte da força de trabalho. “Só o Montenegro é que diz que a lei portuguesa é muito rígida e não dá para despedir”, desabafou um dirigente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente (SITE) – Centro Norte, Justino Pereira, que está a acompanhar o processo.