Os factos ocorreram em 2016. Segundo a acusação, validada pelo tribunal, a mulher e o filho traçaram um plano que consistiu em obter procurações de pessoas idosas que ela tinha a seu cargo. Com esses documentos e aproveitando-se do estado débil dos idosos, conseguiram efetuar diversas movimentações das contas bancárias das vítimas.
A PJ indica que transferiram “quantias elevadas de dinheiro” para contas tituladas pela detida e por seus familiares. A situação foi detetada pelas entidades bancárias na sequência de procedimentos de prevenção de branqueamento.
A mulher foi acusada, julgada e condenada a seis anos e meio de prisão pela prática dos crimes de burla qualificada e branqueamento pelo Tribunal de Lisboa. Segundo um comunicado emitido esta sexta-feira, a PJ localizou e deteve a mulher na zona de Loures e entregou-a diretamente no estabelecimento para cumprimento de pena.