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Para a surpresa de absolutamente ninguém, o chapéu e o chicote vão ficar na gaveta por um bom tempo. Em sua entrevista de despedida ao Deadline, Kathleen Kennedy, ex-presidente da Lucasfilm, foi brutalmente honesta sobre o futuro de Indiana Jones: “Não creio que alguém esteja interessado em explorar isso neste momento.”
Kennedy explicou que a produção de Indiana Jones e a Relíquia do Destino (2023) só aconteceu devido à insistência do próprio Harrison Ford. Segundo ela, o astro não queria encerrar sua jornada com o polêmico Reino da Caveira de Cristal e desejava uma despedida digna. “Não me arrependo disso… Ele queria uma chance para mais um, e nós fizemos isso por ele”, justificou.
Financeiramente, porém, a despedida custou caro. Relatórios recentes da Forbes apontam que o custo final da produção chegou a insanos US$ 419 milhões, colocando-o entre os filmes mais caros da história. Com uma arrecadação mundial de apenas US$ 384 milhões, o prejuízo da Disney rivaliza com fracassos históricos do estúdio, como John Carter e O Cavaleiro Solitário.
O cenário turbulento da Lucasfilm também vitimou outros projetos da saga. Segundo o The Wrap, o estúdio cancelou uma série animada (codinome “Reggie”) que mostraria aventuras situadas entre os filmes originais, além de uma série live-action focada em Abner Ravenwood, mentor de Indy.
Toda a franquia Indiana Jones está disponível no catálogo do Disney+.
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