Na contestação apresentada, o hospital defende que “resulta inequívoco da prova produzida que a utente foi encaminhada e referenciada para acompanhamento especializado fora do serviço de urgência”. Também foi, continua, “notificada, por correio simples, para as consultas de medicina interna e de psiquiatria, a realizarem-se respetivamente nos dias 08/10/2012 e 12/10/2012”. Só que não compareceu.