O presidente social-democrata reagiu logo depois de Marques Mendes ter assumido a derrota nestas presidenciais e fê-lo para desde já clarificar que o PSD não apoiará nenhum candidato na segunda volta.
Luís Montenegro explicou que a “conclusão que o PSD retira desta eleição é que o seu espaço político não estará representado na segunda volta”, algo que o também primeiro-ministro atribui à “divisão de votos” verificada naquele espaço, numa alusão à candidatura de João Cotrim Figueiredo, notando que tal divisão não aconteceu nem à esquerda nem à direita do seu partido.
Uma vez que “nesta segunda volta não estará representado” o espaço político social-democrata, “o PSD, portanto, não estará envolvido na campanha eleitoral”.
“Não emitiremos nenhuma indicação nem é suposto fazê-lo. Faremos aquilo que foi também a vontade dos portugueses, o PSD foi escolhido para governar Portugal”, acrescentou Luís Montenegro, frisando que “o PSD foi escolhido para governar Portugal” e que além disso governa a “maioria das câmaras municipais” e as duas regiões autónomas.