O que está a impulsionar esta transformação, para além dos conflitos no Médio Oriente (Gaza e Irão), Sudão e Venezuela, é o ambicioso plano estratégico da União Europeia (UE) para reforçar a sua capacidade militar até 2030, que envolve até 800 mil milhões de euros em investimentos, abrangendo desde financiamento direto de armamento até incentivos fiscais e integração industrial. Para os investidores, isto significa acesso a contratos governamentais plurianuais, programas tecnológicos de ponta e produtos financeiros que permitem capturar o crescimento do setor de forma diversificada.