O inquérito, titulado pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa investiga, entre outros, crimes de associação criminosa, ofensas à integridade física e de incitamento ao ódio e à violência, enquadrados pelos artigos 240 do Código de Processo Penal, respetivamente (ver mais abaixo) que determina pena de prisão a quem incite à violência, difame, injurie ou ameace pessoas ou grupos por motivos de raça, cor, origem étnica, nacionalidade, religião, sexo, orientação sexual, identidade de género ou deficiência.
Segundo um comunicado entretanto enviado pela PJ, desta operação, que tinha “a finalidade de desmantelar uma organização criminosa responsável pela prática de crimes de discriminação e incitamento ao ódio e à violência, ameaça e coação agravadas, ofensas à integridade física qualificada e detenção de armas proibidas”, resultaram 37 detidos, “suspeitos com vastos antecedentes criminais e com ligações a grupos de ódio internacionais”.