Os resultados das eleições presidenciais não se esgotam na contagem dos votos. Quando se cruzam os resultados eleitorais, os orçamentos de campanha e o modelo legal de atribuição da subvenção pública, emerge um segundo campeonato – o das contas finais – onde há vencedores claros e derrotados evidentes. Neste plano, António José Seguro surge como o candidato financeiramente mais bem-sucedido, enquanto Luís Marques Mendes assume o lugar de maior perdedor, com um prejuízo superior a meio milhão de euros.