Filme também soma prestígio em premiações internacionais – Foto: Divulgação

Nesta terça-feira, 19, O Último Azul já está disponível na Netflix e chega como uma das apostas mais fortes do cinema brasileiro recente no gênero ficção científica.

Dirigido por Gabriel Mascaro (Boi Neon), o longa-metragem é estrelado por Rodrigo Santoro e apresenta um Brasil distópico, combinando tensão social, drama e uma narrativa que vem chamando atenção fora do país.

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O destaque do lançamento não está apenas no tema e na direção: O Último Azul também conquistou unanimidade entre críticos internacionais. No Rotten Tomatoes, site referência em termos de análise cinematográfica, o filme aparece com incríveis 100% de aprovação, com reações que vão desde “uma história de perder o fôlego”, até “um dos melhores filmes de 2025”.

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Ao todo, 25 jornalistas deixaram sua opinião sobre o longa-metragem, mostrando, mais uma vez, a força que o cinema brasileiro possui mundialmente.

“O delicado drama de ficção científica, O Último Azul, apresenta um mundo vívido e detalhado, cujos elementos mais obscuros são frequentemente deixados para insinuações e para a imaginação (mas não menos ameaçadores)”, coloca um dos críticos do site Observer. “O resultado é energético, reflexivo e introspectivo, criando uma saga de amadurecimento (ou velhice) singularmente inspiradora”, acrescenta.

Além da recepção crítica, o filme também soma prestígio em premiações: vale ressaltar que O Último Azul venceu o desejado Urso de Prata do Grande Prêmio do Júri no Festival de Berlim 2025, reforçando o peso da produção no circuito internacional.

Qual é a história de O Último Azul?

Mas afinal, o que faz essa história ganhar tanta força? A trama é ambientada em um futuro no Brasil onde o governo instituiu uma política que obriga pessoas idosas a deixarem suas casas e serem enviadas para colônias de “aposentadoria”, sob o pretexto de garantir bem-estar e eficiência social.

Nesse contexto, acompanhamos Tereza, uma mulher de 77 anos que se recusa a aceitar passivamente o destino imposto pelo Estado. Em uma jornada marcada por encontros inesperados e paisagens simbólicas, ela decide desafiar o sistema em busca de autonomia, dignidade e do direito de continuar vivendo segundo suas próprias escolhas.

Além de Santoro, o elenco conta com Denise Weinberg, Miriam Socarrás, Adanilo Reis, Rosa Malagueta, Clarissa Pinheiro e Isabela Catã.