Evita entrar em choque com a ministra do Ambiente, garantindo que a governante foi cautelosa na análise à fusão de ativos entre a Galp e a Moeve, que poderá reduzir a participação da petrolífera portuguesa para 20% do capital da nova empresa que ficará com a refinaria de Sines. O ministro da Economia não diz o que vai pedir à Galp, mas garante que irá defender a soberania energética.