Foi quando começaram a surgir questões sobre a relevância do Fórum Económico Mundial (WEF, na sigla em inglês) que a Gronelândia, a mais recente obsessão do Presidente dos Estados Unidos (EUA), voltou a pôr esta conferência em Davos, na Suíça, no centro das atenções dos investidores. Com uma nova ordem mundial em que as relações entre a Europa e os Estados Unidos parecem estar a tomar uma forma distinta, há poucas certezas do seu impacto para os mercados financeiros. No entanto, um dos mais imediatos é sobre a força do euro, em detrimento do dólar, explicam Alexandre Drabowicz, “chief investment officer” (CIO) do Indosuez Wealth Management e Hans Bevers, economista-chefe do Degroof Petercam, numa nota.