CRIS FAGA/DRAGONFLY PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Vista de painel da Bolsa de Valores de São Paulo (B3), na região central da capital paulista
SP – BOLSAS/IBOVESPA – ECONOMIA – Vista de painel da Bolsa de Valores de São Paulo (B3), na região central da capital paulista, na tarde desta sexta- feira, 11 de outubro de 2024. O Ibovespa voltou a fechar abaixo dos 130 mil pontos nesta sexta-feira, 11, convergindo para níveis do começo de agosto, há pouco mais de dois meses. Na semana, acumulou perda de 1,37%, após recuo de 0,71% no intervalo anterior. Nesta sexta, oscilou entre mínima de 129.337 68 e máxima de 130.353,99 pontos, correspondente à abertura. 11/10/2024

O Ibovespa bateu um novo recorde nesta quarta-feira (28). Fechou aos 184.691,05 pontos, novo recorde para encerramentos, depois de altas registradas no dia. No ano, a bolsa já renovou os recordes em 8 de 11 sessões, O giro financeiro seguiu reforçado, a R$ 34,1 bilhões. Na semana, o Ibovespa sobe 3,26% e, em janeiro, acumula alta de 14,63%, por enquanto a caminho do melhor mês desde novembro de 2020 (+15,90%), há mais de cinco anos.

Conforme esperado, o Federal Reserve manteve nesta tarde a taxa de juros de referência dos Estados Unidos na faixa de 3,50% a 3,75%, após uma sequência de três reduções no ano passado, em setembro, outubro e dezembro. A decisão desta quarta-feira não veio por unanimidade: dois integrantes do comitê de política monetária do Fed, Stephen Miran e Christopher Waller, votaram por redução de 25 pontos – ou 0,25 ponto porcentual – nos juros

Em comunicado após a decisão, o Fed apontou que a atividade econômica continua a se expandir em ritmo sólido nos Estados Unidos. O BC americano observou também que a taxa de desemprego deu sinais de estabilização, e que a inflação continua em nível ainda um tanto elevado. A perspectiva continua dependente da evolução dos dados, indicou ainda o Fed, em um cenário de incerteza persistente.

Aqui no Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom), manteve em 15% ao ano a taxa Selic, pela quinta fez seguida. Apesar da manutenção, o Comitê informou que em março pode flexibilizar a política monetária.

*Com informações do Estadão Conteúdo