No ano de 2020, em plena pandemia, aquele que ficou conhecido como Rei dos cogumelos estava na falência, tendo sido salvo pela sociedade gestora de capital de risco CoRe, que ficou com a então Varandas de Sousa (hoje apresenta-se com a marca própria Cuga) após um perdão de dívida de 54 milhões de euros para cerca de 12,3 milhões, assumindo ainda as dívidas ao Fisco (2,4 milhões) e à Segurança Social (881 mil euros).