A atriz Catherine O’Hara, morreu aos 71 anos, noticiou a revista Variety, que confirmou a informação avançada pela TMZ junto do seu agente. A causa da morte terá sido “uma breve doença”, segundo a revista.
O’Hara, que nasceu em Toronto em 1954 mas tinha dupla nacionalidade canadiana e norte-americana, participou em vários filmes e séries ao longo de cinco décadas de carreira, destacando-se os primeiros dois filmes da saga Sozinho em Casa, em que representou Kate McCallister, a mãe do protagonista Kevin.
Numa entrevista à revista People de 2024, Catherine O’Hara comentou que o primeiro da saga “é um filme perfeito” e que cumpriu todos os requisitos para gostar de uma experiência.
“Preciso de me importar com todo o projeto. Não me interessa desempenhar um papel importante num projeto mau. Queremos fazer parte de algo bom, e é assim que se faz”, afirmou a atriz, sublinhando que importa também “as pessoas com quem vamos trabalhar e a experiência do dia a dia”.
E no caso do Sozinho em Casa, lembrou ainda O’Hara, “foi maravilhoso”. “Todas aquelas crianças que interpretaram os nossos filhos foram simplesmente adoráveis“.
Dois anos antes da primeira aventura de Kevin Mccalister no cinemas, a atriz participou noutro sucesso do grande ecrã, Beetlejuice – Os Fantasmas Divertem-Se, onde fez de Delia Deetz, um papel que viria a revisitar em 2024 na sequela Beetlejuice Beetlejuice. Em 1985, participou no filme Nova Iorque Fora de Horas, de Martin Scorsese. Também deu voz a personagens em vários filmes animados, tais como O Estranho Mundo de Jack (1994), Chicken Little (2005), Pular a Cerca (2006) e na versão animada da Família Addams (2019).
Na televisão, destaca-se o papel de O’Hara como Moira Rose, mãe da família da série Schitt’s Creek. A sua representação viria a dar-lhe um Emmy e um Globo de Ouro de Melhor Atriz numa série de comédia. No ano passado, desempenhou Gail na série The Last of Us.
Macauley Culkin, o ator de Kevin McAllister, escreveu uma homenagem à sua “mamã” numa publicação no Instagram. “Pensei que tivéssemos tempo. Eu queria mais. Queria sentar-me numa cadeira ao teu lado. Eu ouvi-te. Mas tinha muito mais a dizer. Adoro-te“.